"Estou sempre sozinha, fingindo ser outra pessoa ou perdida em um imenso vazio. Sinto falta da vida, das conversas, gargalhadas. Tenho saudades das alegrias e das dores campartilhadas (...). Queria acordar sem temer algum mal ou, pelo menos, sem que possa vê-lo. Acima de tudo, sinto falta da inocência, da minha fé em encontrar a felicidade. Cumpro o meu papael sendo boa, mas, na realidade sou amarga demais (...). Muito jovem para me sentir tão descrente" Julieta Imortal.
J.E
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